quinta-feira, 18 de dezembro de 2014

A educação no período colonial.

UNIVERSIDADE DO ESTADO DA BAHIA – UNEB
DEDC – CAMPUS XV - VALENÇA – BA
CURSO: PEDAGOGIA
DOSCENTE: Carla Veronica
DISCENTES: Ediéllen Braga, Sormani Veloso, Glauber Costa
DISCIPLINA: HISTÓRIA DA EDUCAÇÃO
SEMESTRE: 2013.2 / II SEMESTRE

Resumo
O assunto principal é a educação no período colonial dando ênfase a rápida difusão do ensino jesuítico no Brasil com a vinda da Companhia de Jesus em 1549 a 1759, eles ficaram 210 anos no Brasil. Em 1759 foram expulsos por marquês Pombal, com eles levaram também a organização monolítica baseada no Ratio Studiorum.
A educação jesuítica não convinha aos interesses comerciais emanados por Pombal. Ou seja, se as escolas da Companhia de Jesus tinham por objetivo servir aos interesses da fé, Pombal pensou em organizar a escola para servir aos interesses do Estado.
A chegada da família real portuguesa no Brasil marcou intensamente os destinos do Brasil e da Europa.


Considerações Iniciais

Os objetivos dos jesuítas eram expandir a obra missionária, educativa e politica, faziam maciço investimento no conhecimento de seus alunos.
Tinha que ter bastante habilidade, pois mediante o ensino era de suma importância manter inabalável a estrutura da sociedade, minoria dominante e um grande número de escravos e agregados.
Os jesuítas queriam recrutar fiéis e servidores e isso foi possível porque eles não incomodavam a estrutura vigente, eles eram subordinados ao imperativo do meio social.
Mais afinal de que lado está os jesuítas?
Subordinando-se o sistema educacional dos jesuítas pode permanecer inviolável, fortalecendo assim o grupo com fiéis e servidores.
Devido a essa subordinação os jesuítas ganharam confiança, possibilitando que culturas inteiras, como as primitivas indígenas, fossem esmagadas.
Porque suas culturas foram logo substituídas pela cultura alienada dos jesuítas.
Mas porque alienante?
Os jesuítas eram os defensores da igreja e restauradores do dogma e da autoridade.
O ensino ministrado pelos padres da época era uniforme e neutro. Eles tinham respeito à tradição escolástica.
Nessa época o Brasil não tinha cultura nacional, porque pelo país todo estava espalhados traços da cultura europeia.
Os jesuítas forneciam aos elementos das classes dominantes uma educação clássica, pois enfatizavam satisfazer o ideal europeu.
E assim foi iniciada a educação no Brasil, respondendo aos objetivos religiosos dos jesuítas e aos interesses políticos da metrópole.
Os jesuítas sempre estiveram à procura de terras novas para terem mais seguidores. Então leva-nos a pensar que o Brasil sempre esteve aos seus olhos.
Estamos dando com algo bem maior, o poder da igreja.
A atividade especifica dos jesuítas era combater a heresia e converter as pessoas.
Como já é de se imaginar eles viviam a serviço da igreja.
Os padres foram às molas propulsoras para o rápido progresso da educação jesuítica no Brasil.
Os jesuítas tinha o papel de fazer a formação do homem culto, formar letrados eruditos.
Eles tinham bastante desinteresse pela ciência e pelo processo da educação. Viam a educação como meio de submissão e domínio politico. Por isso se tinha um grande empenhamento da Igreja Católica em relação ao ensino jesuítico, pois queriam reafirmação da autoridade.
 A educação jesuítica tinha caráter elitista, eles educavam apenas quem era da elite, com ensino literário de fundo clássico.
Eles tinham vocação para educarem as classes dirigentes. Por isso não visavam à educação do povo.
Quanto mais elevado seu grau de educação mais alto você estava no elevador da hierarquia social da colônia.
Os dois séculos que os jesuítas ficaram no Brasil foi um meio de desenvolvimento e extensão do seu sistema educacional.
Eles tinham no Brasil um total de onze colégios.

Em 1759 o Marquês de Pombal expulsou a Companhia de Jesus através de um alvará em 28 de Junho, ele era influenciado pelos franceses. Teve medidas drásticas ao chegar aoBrasil, destruíram as onze escolas que os jesuítas tinham construído. Faltou organização para constituir a educação Brasileira com isso foram treze anos de lapso. Não foram construídas novas escolas, só os ricos tinham educação, as escolas eram leigas e confeccionais.
Pombal criou as aulas régias de Latim, Grega e Retórica.
Cada aula régia era autônoma e isolada, com professor único e uma não se articulava com as outras.
A igreja passa a contribuir com o estado nas intervenções do ensino. Ela continou empenhada pela reafirmação do seu poder.
O Brasil se encontrava sem qualquer forma organizada de educação escolar.
O que fica claro é que Portugal não tinha um interesse profundo em que sua colônia tivesse uma educação de primeira qualidade, pois assim eles viriam através de um maior conhecimento, requerer uma independência.
A chegada da família real portuguesa no Brasil marcou intensamente os destinos do Brasil e da Europa. Eles vieram escoltados por embarcações britânicas, cerca de 10 mil pessoas fizeram a viagem que atravessou o oceano Atlântico. Uma parte aportou na Bahia e outra parte no Rio de Janeiro.
O governo de Dom João VI no Brasil também foi marcado por importantes obras de infraestrutura. Na sua passagem pela Bahia, ele abriu os portos às nações amigas e criou o curso de Medicina e Cirurgia junto ao Hospital Militar.
A ação realizadora atingiu os setores da economia, da política, da agricultura, com destaque para o ensino. Cursos que até então não existiam foram criados em área diversas. Com o curso médico, iniciou-se um período novo para o ensino superior público, pois até então só havia o ensino superior religioso.
O período joanino deu continuidade às aulas régias, não se teve quase nenhum investimento nas escolas de primeiras letras.

Considerações Finais
Para tentar resolver o problema do ensino foi criado um imposto para pagar os professores, tal imposto era de carne verde, vinho, vinagre e aguardente, mas nunca foi cobrado com regularidade e muitas vezes os professores ficavam meses sem receber.
Entende-se através desses fatos dos quais nos apropriamos no texto, que não houve quase nenhuma mudança no que diz respeito à intencionalidade entre os nossos colonizadores e os nossos atuais governantes no que diz respeito à educação, pois um povo com conhecimento é um povo que exercita o pensamento, logo um povo pensante é um povo que questiona.




















Referências Bibliográficas
http://www.pedagogiaemfoco.pro.br/heb03.htm

http://www.brasilescola.com/historiab/dom_joao.htm

http://www.infoescola.com/historia-do-brasil/periodo-joanino/

http://books.scielo.org/id/4r/pdf/boaventura-9788523208936-08.pdf

https://www.metodista.br/eduCommons/pedagogia-ead-1/modulo-educacao-brasileira-leituras-historicas-sociologicas-e-filosoficas/a2-ppt

terça-feira, 16 de dezembro de 2014

O segredo para um casamento dar certo…


Meus amigos separados não cansam de me perguntar como eu consegui ficar casado trinta anos com a mesma mulher. As mulheres, sempre mais maldosas que os homens, não perguntam a minha esposa como ela consegue ficar casada com o mesmo homem, mas como ela consegue ficar casada comigo.
Os jovens é que fazem as perguntas certas, ou seja, querem conhecer o segredo para manter um casamento por tanto tempo. Ninguém ensina isso nas escolas, pelo contrário. Não sou um especialista do ramo, como todos sabem, mas, dito isso, minha resposta é mais ou menos a que segue.
Hoje em dia o divórcio é inevitável, não dá para escapar. Ninguém aguenta conviver com a mesma pessoa por uma eternidade. Eu, na realidade, já estou em meu terceiro casamento – a única diferença é que me casei três vezes com a mesma mulher. Minha esposa, se não me engano, está em seu quinto, porque ela pensou em pegar as malas mais vezes do que eu.
O segredo do casamento não é a harmonia eterna. Depois dos inevitáveis arranca-rabos, a solução é ponderar, se acalmar e partir de novo com a mesma mulher. O segredo, no fundo, é renovar o casamento, e não procurar um casamento novo. Isso exige alguns cuidados e preocupações que são esquecidos no dia-a-dia do casal. De tempos em tempos, é preciso renovar a relação. De tempos em tempos, é preciso voltar a namorar, voltar a cortejar, voltar a se vender, seduzir e ser seduzido.
Há quanto tempo vocês não saem para dançar? Há quanto tempo você não tenta conquistá-la ou conquistá-lo como se seu par fosse um pretendente em potencial? Há quanto tempo não fazem uma lua-de-mel, sem os filhos eternamente brigando para ter sua irrestrita atenção?
Sem falar nos inúmeros quilos que se acrescentaram a você, depois do casamento. Mulher e marido que se separam perdem 10 quilos num único mês, por que vocês não podem conseguir o mesmo? Faça de conta que você está de caso novo. Se fosse um casamento novo, você certamente passaria a frequentar lugares desconhecidos, mudaria de casa ou apartamento, trocaria seu guarda-roupa, os discos, o corte de cabelo e a maquiagem. Mas tudo isso pode ser feito sem que você se separe de seu cônjuge.
Vamos ser honestos: ninguém aguenta a mesma mulher ou marido por trinta anos com a mesma roupa, o mesmo batom, com os mesmos amigos, com as mesmas piadas. Muitas vezes não é sua esposa que está ficando chata e mofada, são os amigos dela (e talvez os seus), são seus próprios móveis com a mesma desbotada decoração. Se você se divorciasse, certamente trocaria tudo, que é justamente um dos prazeres da separação. Quem se separa se encanta com a nova vida, a nova casa, um novo bairro, um novo círculo de amigos.
Não é preciso um divórcio litigioso para ter tudo isso. Basta mudar de lugares e interesses e não se deixar acomodar. Isso obviamente custa caro, e muitas uniões se esfacelam porque o casal se recusa a pagar esses pequenos custos necessários para renovar um casamento. Mas, se você se separar, sua nova esposa vai querer novos filhos, novos móveis, novas roupas, e você ainda terá a pensão dos filhos da união anterior.
Não existe essa tal “estabilidade do casamento”, nem ela deveria ser almejada. O mundo muda, e você também, seu marido, sua esposa, seu bairro e seus amigos. A melhor estratégia para salvar um casamento não é manter uma “relação estável”, mas saber mudar junto. Todo cônjuge precisa evoluir, estudar, aprimorar-se, interessar-se por coisas que jamais teria pensado fazer no início do casamento. Você faz isso constantemente no trabalho, por que não fazer na própria família? É o que seus filhos fazem desde que vieram ao mundo.
Portanto, descubra o novo homem ou a nova mulher que vive a seu lado, em vez de sair por aí tentando descobrir um novo e interessante par. Tenho certeza de que seus filhos os respeitarão pela decisão de se manterem juntos e aprenderão a importante lição de como crescer e evoluir unidos apesar das desavenças. Brigas e arranca-rabos sempre ocorrerão; por isso, de vez em quando é necessário casar-se de novo, mas tente fazê-lo sempre com o mesmo par.



Autor: Stephen Kanitz